Mas na competição parece outro atleta. Fica mais preso, hesita e não consegue mostrar o que sabe fazer.
Seu filho treina bem, mas na competição parece outro atleta?
Você sabe que ele tem capacidade. No treino, ele mostra isso. Mas quando chega a competição podem aparecer medo de errar, ansiedade, travamento ou perda de confiança. E, para um pai ou uma mãe, uma das partes mais difíceis é não saber o que dizer e como agir sem aumentar ainda mais a pressão.
Quando a competição termina, o problema nem sempre fica dentro da quadra.
Às vezes ele volta para casa irritado. Às vezes fica em silêncio. Às vezes você tenta ajudar e percebe que qualquer frase parece piorar a situação.
Uma falha vira raiva, vergonha ou insegurança e continua na cabeça dele muito depois de o jogo acabar.
Quando vence, fica bem. Quando perde ou joga abaixo do esperado, parece esquecer tudo o que já construiu.
Quer incentivar, mas tem medo de pressionar. Quer conversar, mas não sabe se é melhor falar ou deixar quieto.
O esporte ocupa tanto espaço que algumas conversas entre vocês começam a girar apenas em torno de treino, erro e resultado.
E justamente por enxergar potencial, fica difícil entender por que esse potencial não aparece quando ele mais gostaria.
O seu papel não é virar psicólogo, treinador ou encontrar a frase perfeita.
Seu papel é perceber que existe algo acontecendo e buscar uma orientação adequada. A partir daí, a Márcia pode ajudar a família a entender o que está por trás dessa dificuldade e qual é o próximo passo mais indicado.
Experiência profissional somada à vivência real de uma mãe de atleta.
Márcia Campos é psicóloga e sua trajetória profissional hoje é profundamente conectada a pais, famílias e atletas. Mas sua relação com o esporte começou muito antes de esse universo ocupar um espaço tão importante em seu trabalho.
Seu filho mais velho, Márcio Varejão, começou no judô aos cinco anos e construiu uma trajetória de alto rendimento até os 25. Durante anos, Márcia viveu de perto treinos, competições, vitórias, derrotas, pressão e as dúvidas que fazem parte da rotina de uma família que acompanha um atleta.
Hoje, essa vivência se soma à sua experiência como psicóloga e ao contato constante com pais e atletas. Por isso, o primeiro passo não é encaixar seu filho em uma solução pronta. É entender o que vocês estão vivendo e avaliar por onde o trabalho deve começar.
Antes de orientar pais e atletas como psicóloga, Márcia viveu esse desafio dentro de casa como mãe. Ela conhece esse ambiente pelos dois lados — e a triagem existe para identificar quem precisa de ajuda e qual é o caminho mais adequado.
Famílias que já passaram por esse processo.
Estes são depoimentos ligados ao atendimento da Márcia — separados dos relatos usados na página principal.
Tatiana e Wagner
Mais confiança e leveza para competir.
“Agora ele está indo para os jogos com mais confiança, com mais vontade... A visão de jogo dele melhorou bastante, está mais confortável em campo.”
Flávia
Mais maturidade para lidar com a competição.
“Você vê logo uma maturidade do jovem em lidar com certas situações e principalmente com a competição... e a relação começa a ficar até mais leve.”
Ricardo
Mais tranquilidade, consciência e equilíbrio.
“A gente está achando ele muito tranquilo, muito consciente. Muito equilibrado... Todo o apoio que você vem dando é muito importante para nós...”
Depoimentos de atendimento mantidos separados dos depoimentos institucionais da página principal.
Conte rapidamente o que vocês estão vivendo.
Antes de falar de agenda ou formato de atendimento, queremos entender o contexto do seu filho. Leva poucos minutos.
- idade do seu filho ou filha;
- modalidade esportiva;
- principal desafio que vocês estão vivendo hoje.
Recebemos suas informações.
Falta só um passo: envie a mensagem pelo seu WhatsApp. Isso abre a conversa com a equipe e permite que a gente continue já sabendo o contexto que você informou.
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